A mensagem do evangelho é tão “simples” como pregamos?

Com o que podemos comparar o reino dos céus? Que comparação podemos utilizar? Ele é como uma semente de mostarda, que é a menor de todas as sementes. Mas, depois de semeada, cresce muito até ficar a maior de todas as plantas. E os seus ramos são tão grandes, que os passarinhos fazem ninhos entre as suas folhas.
Jesus assim nos ensina em Marcos 4:30b-32.
Assim é a mensagem da Graça de Deus. Para muitos parecem simples, mas quando essa mensagem cresce dentro de nós toma proporções que transcedem o reino físico, e alcança o amor de Deus. Esse amor gera a obra que encontra aqueles que também precisam desta graça através do amor, e gera convertidos para o Reino, fazendo nesta palavra abrigo para a sua alma.

Em Cristo Jesus,

Ricardo de Magalhães Cruz
ricardo.dmc@gmail.com

Salvação: Jesus e o Bom Samaritano

Vem chegando o Natal e então começamos a nos recordar do nascimento do Senhor Jesus. Para que Ele veio, para que nasceu? Qual o propósito? Então muitas vezes começamos a pensar em salvação, ou como deveríamos ser, nos comportar, agir, amar. Eu sei que muitos de vocês pensam a respeito disso.

E é pensando nisso que me lembrei de uma figura muito reconhecida dentro de várias religiões que se dizem cristãs, ou simpatizantes, etc. E esta figura é a do bom samaritano, uma das figuras que Jesus utilizou para pregar o reino dos céus. Então fica a pergunta no ar, será que esta figura é a que devemos ter ao pensar como devemos ser ou nos comportar, ou ainda, a figura para nos assemelharmos ao buscar o reino dos céus, a nossa salvação? Bem, a resposta é sim, e não. Vamos estudar um pouquinho a respeito?

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“Fora da caridade não há salvação”, será mesmo?

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.” (1 Coríntios 13:3)

Amados, o título deste texto, é uma das máximas do Espiritismo segundo Allan Kardec. Esta, como muitas outras doutrinas, tem o intuito de racionalizar e trazer para o campo da filosofia, aquilo que é religioso, aquilo que é de Deus, e que somente nos é revelado conforme o Senhor nos permita entender, conforme inspiração e esclarecimento do seu Espírito Santo. Mas enfim, é claro que o assunto salvação não é uma filosofia.

A doutrina espírita declara ser firmada num tripé, e seriam cada um destes a ciência, filosofia e religião. Quanto a parte religiosa, declara ser Cristã, seguindo os ensinamentos do “mestre”, porém consertando o que Ele disse com a ajuda dos espíritos, declarando que as pessoas naquela época não tinham o devido avanço intelectual para entender o que verdadeiramente Ele queria dizer, por isto a utilização de parábolas.

Engraçado isso, porque a parábola não é uma maneira de complicar, e sim de facilitar, utilizando as questões da época para explicar aquilo proposto. Hoje sim, dificulta para nós entender as parábolas por não entender muito bem como as coisas funcionavam naquele tempo. Na verdade, o que os espíritas não entendem, é o mesmo que Nicodemos. Mas abordaremos isso mais a frente.

Agora que já demos uma breve explanação sobre a base que sustenta a doutrina espírita, vamos entender o seu grande jargão, e ver se é realmente cristão ou não, ou seja, será que realmente fora da caridade não há salvação?

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Ei você Cristão, fica ligado no Juízo Final!

Meditação sobre Mateus 25:31-46

Muito aquém de falar sobre o livro de apocalipse ou sobre a primeira carta de Paulo aos Tessalonicenses, pretendo fazer uma abordagem séria da exortação que Cristo nos deixou, e ainda diz a quem quer que leia, escute.

Muitas vezes os religiosos se preocupam muito com o aceitar e confessar a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, o que não sou nem um pouco doido de discordar, mas acaba perdendo um pouco a também importância do amor ao próximo, da postura que devemos ter enquanto servos do Senhor Jesus.

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