O poderoso poder da Bíblia Sagrada

BÍBLIA – Qual é o seu propósito?
fonte: www.estudobiblico.com.br

O fator mais importante, que classifica a Bíblia como o livro mais singular, é a influência que ela tem sobre a vida dos homens. Embora a Bíblia seja um grande tesouro com respeito à sua contribuição para humanidade em literatura, filosofia e história, o maior valor deste livro se encontra na grande influência  que exercem sobre as pessoas. Através de suas páginas o homem se vê exposto quanto à sua verdadeira condição diante de Deus, a palavra de Deus é como uma espada que penetra até os pensamentos e propósitos do homem e o convence de seus pecados diante de Deus (Hb 4:12 “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.”). Santo Agostinho era um homem indisciplinado e libertino em sua juventude, porém Continuar lendo

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“Fora da caridade não há salvação”, será mesmo?

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.” (1 Coríntios 13:3)

Amados, o título deste texto, é uma das máximas do Espiritismo segundo Allan Kardec. Esta, como muitas outras doutrinas, tem o intuito de racionalizar e trazer para o campo da filosofia, aquilo que é religioso, aquilo que é de Deus, e que somente nos é revelado conforme o Senhor nos permita entender, conforme inspiração e esclarecimento do seu Espírito Santo. Mas enfim, é claro que o assunto salvação não é uma filosofia.

A doutrina espírita declara ser firmada num tripé, e seriam cada um destes a ciência, filosofia e religião. Quanto a parte religiosa, declara ser Cristã, seguindo os ensinamentos do “mestre”, porém consertando o que Ele disse com a ajuda dos espíritos, declarando que as pessoas naquela época não tinham o devido avanço intelectual para entender o que verdadeiramente Ele queria dizer, por isto a utilização de parábolas.

Engraçado isso, porque a parábola não é uma maneira de complicar, e sim de facilitar, utilizando as questões da época para explicar aquilo proposto. Hoje sim, dificulta para nós entender as parábolas por não entender muito bem como as coisas funcionavam naquele tempo. Na verdade, o que os espíritas não entendem, é o mesmo que Nicodemos. Mas abordaremos isso mais a frente.

Agora que já demos uma breve explanação sobre a base que sustenta a doutrina espírita, vamos entender o seu grande jargão, e ver se é realmente cristão ou não, ou seja, será que realmente fora da caridade não há salvação?

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A Família de Jesus

Estive olhando a bíblia estes dias a respeito de Maria e a(o)s irmã(o)s de Jesus. Como todo bom curioso pelo assunto, apesar de não ser teólogo, gostaria de pesquisar sobre o contexto gramatical, qual ou quais palavras foram utilizadas para descrever o termo irmão, e ainda quais as possíveis traduções, mas meu ambiente de trabalho me impossibilita de fazê-lo no momento.

Já ouvi dizer que é somente uma palavra e que esta é possível ser traduzida tanto como irmão como primo (carece de fontes). Como todos já sabemos que toda o novo testamento foi originalmente escrito em grego, traduções do latim ou quem sabe aramaico ou hebraico não estão em questão.

Mas eu acredito que simplesmente a bíblia é o suficiente para resolver tal questão. Ela é a principal fonte. Da mesma maneira como foi possível concluir que todas as cartas e livros do novo testamento são textos em grego, devido a análise dos contextos escritos, como por exemplo as explicações de termos da cultura judaica, o que obviamente um judeu não explicará a outro judeu aquilo que ele já sabe, pretendo responder a questão analisando o contexto bíblico. Vamos lá:

Foi-lhe dito: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora, e querem ver-te. Ele, porém, lhes respondeu: Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a palavra de Deus e a observam (Lc 8:20-21).

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Ansiede? Eu quero é sede!

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. (Fp 4:6)

Hoje, em nossas vidas, sofrendo influência sobre o pecado que entrou no mundo, aprendemos a viver o que chamamos de ansiedade. Nossos primeiros ancestrais conheceram o que era viver na presença de Deus, poder desfrutar de tudo que havia nessa terra, no momento que quisesse, na hora que quisesse. Porém, na busca do conhecimento, perdemos a nossa liberdade, e passamos a ser escravos do pecado, que entrou no mundo. Com o advento de Cristo, passamos a ser livres do pecado, se sujeitos a esta aliança, mas com nossa liberdade comprometida ao nosso intermediador, Cristo Jesus. Passamos a ser dependentes de Deus, livres para seguir em dependência ao Senhor.

Mas como não somos mais deste mundo, mas permanecemos neste, a nossa carne age dia e noite, atentando nossa alma, em busca de dizer que a satisfação de nossa alma está justamente em cumprir os prazeres que este mundo oferece. Ao mesmo tempo, o Espírito de Deus está sempre nos testificando aonde está a nossa verdadeira paz.

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