O pecado dos olhos

Se o seu olho direito o fizer pecar, arranque-o e lance-o fora. É melhor perder uma parte do seu corpo do que ser todo ele lançado no inferno. (Mateus 5:29)

Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. (Gênesis 3:4-5)

E o que aconteceu? Morreram. Tiveram a morte espiritual, assim como havia predito o Senhor Deus. Para ser como Deus  precisa ter o Espírito de adoção de Deus, ao qual podemos clamar Aba, Pai (Rm 8:15)! Assim, podemos ter o conhecimento do bem e do mal, e não morrermos. Mas não era o caso de Adão e Eva.
Andavam nus, e não havia vergonha ( Gênesis 2:25). Não havia neles o espírito de adoção, mas também não havia o conhecimento do mal, e por isto, entre outras coisas, o olhar não era um problema, e é aqui que vamos aprofundar hoje.
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A origem do carnaval

Para assombro de muitos, e inclusive o meu, quem criou o carnaval foi nada mais nada menos que a Igreja Católica Apostólica Romana. Mas como assim? Tudo começou no século VI, com a implantação da semana santa antecedida pela quaresma, determinada pelo papa Gregório I. A quaresma é um período de 40 dias que deveria ser cumprido por todo fiel, todos os anos, com objetivo de lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se. Esse período extende-se da quarta-feira de Cinzas até o domingo de Páscoa, na qual deveriam praticar o à austeridade e o jejum, ficando proibido comer carne. Ou seja, para clariar, a palavra “carnaval” está, desse modo, relacionada com a idéia de “afastamento” dos prazeres da carne marcado pela expressão italiana carne vale ou carnevale, que, acabou por formar a palavra “carnaval”. Outro ponto interessante a destacar é que, já que foi criado pela igreja católica, os únicos lugares em que se comemoraram o carnaval são justamente em países católicos.

Foi então que tudo começou. Continuar lendo

Sempre enfiando o pé na jaca

Portanto, aquele que pensa que está de pé é melhor ter cuidado para não cair. ” (1 Coríntios 10 : 12)

Amados, como é bom refletir na palavra do Senhor, que nos dá direção, sabedoria, entendimento para andar segundo os seus propósitos, que são de paz e não de causar dano.

Esta reflexão é para você que tenta seguir os preceitos do Senhor Jesus, mas volta e meia, acaba enfiando o pé na jaca.

Hoje ao perguntar para o Senhor o que gostaria que escreve, me levou as escrituras onde está escrito um de seus sermãos, o famoso Sermão do Monte. E apesar do título referir-se a respeito do adultério, o Senhor me falou que quis dizer muito mais do que isso, quis falar sobre o homem se manter de pé e não cair. Foi isso que o apóstolo Paulo entendeu ao escrever o versículo acima. Aquele que pensa estar de pé, tenha cuidado. Vamos saber por que?

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Por que está abatida ó minh’alma?

Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face. (Sl 42:5 Almeida Corrigida e Fiel)

Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu. (Sl 42:5 Almeida Revista e Atualizada)

Por que estou tão triste? Por que estou tão aflito? Eu porei a minha esperança em Deus e ainda o louvarei. Ele é o meu Salvador e o meu Deus. (Sl 24:5 NTLH)

Três versões, três traduções, três interpretações… a mesma palavra, o mesmo sentimento. Assim hoje sinto meu coração, assim hoje sinto esta pergunta ecoar dentro do meu ser, assim sinto minha alma gritar, ou emudecer.

Este salmo, era uma poesia. Pessoas a milênios atrás costumavam cantá-las em suas viagens, e penso eu, quantas pessoas não cantaram este salmo com o coração? Quanta angústia, quanto abatimento, quanta tristeza. O que estas pessoas passavam? O que eu passo? O que você passa?

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Ansiede? Eu quero é sede!

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. (Fp 4:6)

Hoje, em nossas vidas, sofrendo influência sobre o pecado que entrou no mundo, aprendemos a viver o que chamamos de ansiedade. Nossos primeiros ancestrais conheceram o que era viver na presença de Deus, poder desfrutar de tudo que havia nessa terra, no momento que quisesse, na hora que quisesse. Porém, na busca do conhecimento, perdemos a nossa liberdade, e passamos a ser escravos do pecado, que entrou no mundo. Com o advento de Cristo, passamos a ser livres do pecado, se sujeitos a esta aliança, mas com nossa liberdade comprometida ao nosso intermediador, Cristo Jesus. Passamos a ser dependentes de Deus, livres para seguir em dependência ao Senhor.

Mas como não somos mais deste mundo, mas permanecemos neste, a nossa carne age dia e noite, atentando nossa alma, em busca de dizer que a satisfação de nossa alma está justamente em cumprir os prazeres que este mundo oferece. Ao mesmo tempo, o Espírito de Deus está sempre nos testificando aonde está a nossa verdadeira paz.

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